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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Tempos de fé

A vida não é sempre um mar de rosas,
como também,
esse mar de rosas
não é somente de flores!
E o tempo,
faz com que nos provamos
a cada dia...
da alegria aos dissabores!

domingo, 20 de novembro de 2011

Relatos de uma Nova Vida

Naquele dia eu vi um medo em seu olhar,
pois não sabia como poderia terminar tudo aquilo.
E por traz daqueles olhos pretos e miúdos,
o silêncio pedia um apoio, uma chance.
Nos demos as mãos e nos olhamos,
e aquele sorriso tímido e apreensivo
deu espaço para a fé e a oração.
E daquela oração, nasceu uma luz
que encheu os nossos olhos de esperança,
e uma enorme força brotou em seu interior
buscando a possibilidade de poder continuar
ainda muito perto dos seus entes queridos.
Essa luz está incendiando um coração
que não desiste jamais de lutar.
15 de dezembro de 2010....vida nova!

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Como as estrelas

Um dia á noite,
em um banco me sentei.
E olhando para cima
observei as estrelas ali, paradas,
e sempre no mesmo lugar.
De repente, olhei para o dia anterior,
e novamente para o outro dia.
Logo então, semanas busquei em minha mente,
e de repente, anos e mais anos
estavam sendo revistos por mim.
Mas pude observar também que,
como as estrelas,
nada mudou...
E quando voltei, tão rápido quando num passe de mágica,
percebi então,
que a vida não é nada em todos os tempos,
a não ser,
este grande momento de hoje.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Doce encanto

O piscar dos seus olhos verdes mel
abre-se igual a um botão de uma flor.
E depois de estar pronta para se exibir
junto á toda sua natureza,
exala um cheiro único e exclusivamente seu.
Como pode você, minha linda menina,
carregar em sua meiguice
tamanha exuberância.
E eu aqui, ao seu lado fico á admirar,
entre seu rosto miúdo, um belo sorriso,
enquanto que aos ventos
seus cabelos balançam sem parar.
E ali aproveito mais uma vez e olho
as linhas do seu pescoço fino e alongado
terminando á sua orelha pequena e delicada,
e marcada por uma linda jóia
carregada por outra de raro esplendor.
Cobiçada como somente ela,
entre seu andar cauteloso e sensual.
Colocando-se á mostra em todos os cantos
como se uma bela árvore de natal.