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domingo, 17 de fevereiro de 2013

Sem abalos

Sou do vento, da alma
de um mundo sem tréguas.
De calos que levei
sem pensar onde peguei.
Sou de um tempo, de alma.
de terno interno.
Movido de emoção,
paixão, comoção.
Sobrevivo da fé,
de um olhar, de atenção.
Sou sempre eu
querendo ser mais eu.
De um cesso, retrocesso
falando em progresso.
Não posso parar.
Não posso ficar.
E assim, a vida tem que continuar.

2 comentários:

  1. amei esse poema primo!!!!!Parabéns.
    Só estou triste pq não consegui me juntar a seus amigos,pois não sei como fazer pra entar.....buá buá buá buá...

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