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sexta-feira, 1 de março de 2013

Mãos que preciso

Um olhar do alto
Distante...
Do Além, de asas.
Mas não de um anjo
e não de um pássaro.
De um vigia.
Sem provas da vida
ou ainda,
sem provas da morte.
Do sossego que ao longe vai
às tormentas que aos pés se caem.
Sem limites para voar
ou ainda, sem grades para segurar.
São muitos vermelhos em lugares errados!

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